7:55 AM
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OCORRÊNCIAS DO DIA 26 DE SETEMBRO DE 2007.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS.
ÁREA HOSPITLAR.
NOVAMENTE 08 ACIDENTES DE TRANSITO FORAM REGISTRADOS NO PRONTO SOCORRO DE MACAPÁ.
06 PESSOAS VITIMAS DE AGRESSÕES.
UMA VITIMA DE TIRO E 10 PESSOAS ENTRARAM ESFAQUEADAS.
ÁREA POLICIAL
PRIMEIRA
SUICÍDIO
Graciliano Raimundo dos Santos Carvalho 36 anos que residia na Aimorés no Beirol, cometeu suicidio este fim de semana possivelmente por depressão.
Graciliano era funcionário da CAESA e mês passado foi internado no Hospital São Camilo por depressão pessoal, ele teve acompanhamento psicológico como de praxe e veio a cometer o suicídio no ultimo domingo, Graciliano foi encontrado enforcado com um fio elétrico por volta de 12h30 no interior de sua residência por familiares. Seu corpo foi sepultado na segunda-feira à tarde.
SEGUNDA
FACADA
Escolas de Macapá estão se transformando em verdadeiros infernos por falta de segurança.
Ontem um aluno da escola Raimunda Virgulino foi esfaqueado dentro de sala de aula.
TERCEIRA
CORRUPÇÃO ATIVA
Foi apresentado por equipe da policia militar comandada pelo sargento Freitas Silva o guarda municipal de nome Walderino Santos Fonseca de 43 anos residente na Adalvaro Cavalcante em Santana.
Ele foi flagrado tentando extorquir dinheiro de um estabelecimento comercial localizado no bairro Murici no distrito de Fazendinha. Segundo a vitima o guarda chegou no comercio pedindo uma certa quantia em dinheiro e se não fosse lhe repassado, uma equipe da guarda municipal chegaria em seguida para fechar o referido estabelecimento. Roberto Fernandes o dono do comercio desconfiou do fato e acionou a policia, uma equipe chegou ao local e prendeu em flagrante Walderino. Geovana dos Santos Sá foi quem presenciou o fato ocorrido e foi chamada para testemunhar contra o guarda, o caso foi parar na justiça.
QUARTA
Reginaldo Maciel de Lima 35 anos residente na Passagem Pará no P. Socorro foi apresentado no CIOSP do Pacoval por uma guarnição da policia militar e está preso naquela delegacia pelo fato de o mesmo está portando 2 telefones celular, um carregador, uma porta cédulas com vários cartões de créditos com os nomes dos titulares raspados. Com ele a policia ainda encontrou 3 balas de revolver calibre 38, uma bala de pistola e dois papelotes de drogas. O fato aconteceu na Hugo Alves Pinto no P. Socorro pelo motivo do elemento ao avistar a viatura da policia tentar empreender fuga. Ele foi alcançado pelos policiais que o prenderam em flagrante, na tentativa da fuga o elemento ainda jogou dentro do canal daquele bairro um objeto que poderia ser uma arma de fogo. Ele esta preso no CIOSP e terá de se acertar com a justiça pelo acontecido.
QUINTA
AGRESSÃO
Maílson Figueiredo Trindade de 19 anos foi apresentado no CIOSP por ter agredido fisicamente um menor de 17 anos de idade. O fato aconteceu ontem a tarde quando o menor saia da escola estadual Alexandre Vaz Tavares e encontrava-se com duas primas em uma panificadora localizada na Acelino de Leão com Odilardo Silva no bairro do Trem. Maílson o agressor ainda estava na companhia de mais 4 elementos que conseguiram fugir com a chegada da policia. O delegado Mascarenhas que recebeu a vitima e o acusado encaminhou o caso para o juiz de plantão esta manhã que vai decidir o caso do agressor.
SEXTA
ACIDENTE DE TRANSITO
Rubens Trajano Aquino de 46 anos foi quem perdeu a vida por atropelamento.
Rubens dirigia uma pick-up saveiro pela BR-210 quando avançou para a contramão vindo a bater de frente com um caminhão. Seu carro que ficou totalmente destruído, o corpo de bombeiro, teve bastante trabalho para retirá-lo do meio dos destroços do veiculo. Rubens foi levado as pressas para o Pronto Socorro e por volta das 15h30 desta segunda-feira veio a falecer naquela casa de saúde.
Com a morte de Rubens tivemos a octogésima vitima de acidente de transito em nosso estado somente este ano. Sendo que 34 em Macapá e 46 nos demais municípios do estado.
27 motoqueiros, 22 estavam de carros, 18 ciclistas e 13 pessoas estavam a pé. As estatísticas do transito foram nos repassadas pelo também repórter policial João Bolero Neto.
SÉTIMA
CRUELDADE SEM PERDÃO
A policia continua atrás de dois bandidos que espancaram uma senhora de 50 anos de idade na última sexta-feira.
Alan de Jesus Nascimento Furtado e a mulher dele Ana Clicia Ferreira de Melo espancaram sem piedade com pauladas Judith Nascimento Furtado de 50 anos residente no P. Socorro.
Dona Judith que é mãe do bandido teve uma das pernas quebrada e um dos olhos quase perfurado pelas agressões.
Judith foi socorrida por vizinhos que acionaram a policia mais os dois conseguiram escapar, qualquer informação sobre o paradeiro de Alan de Jesus Nascimento Furtado mais conhecido por GUGÚ e Ana Clícia Ferreira de Melo ligar para o 190, não precisa se identificar.
O nome desse desgraçado ta mais pra Alan do Satanás do que pra Jesus.
OITAVA
BRIGA DE FLANELINHAS ACABA NA CADEIA
Jonielson Pantoja Rangel
Wagner Ferreira Romani e Anderson Ferreira Romani foram apresentados no CIOSP do Pacoval por estarem se agredindo em via publica em frente ao Banco Itaú no centro de Macapá. Eles trabalham como reparadores de carros mais conhecidos por flanelinhas no centro da cidade e ontem por volta de uma da tarde se desentenderam e a porrada comeu, a policia foi acionada ao local e levou os três parentes pra cadeia. Jonielson, Wagner e Anderson foram autuados em flagrante e mandados para se entenderem na frente da dona justa.
Aliás esses caras enchem o saco nos quatro cantos de Macapá, trabalhar é digno do homem mais esses estão demais. Daqui a pouco se a justiça não tomar providencias eles estarão se matando ou matando donos de veículos que não concordarem em pagar o pedágio cobrado por eles. Quando digo pedágio, é porque se você não der nada, eles marcam o seu veiculo e da próxima vez se você não pagar eles riscam doto o seu carro.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME, OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER NOS AUTOS DA CLIMED, ONDE VOCÊ FICA AINDA MAIS EM FORMA E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS, TRABALHANDO SEMPRE PARA O CRESCIMENTO DO AMAPÁ.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS.
ÁREA HOSPITLAR.
NOVAMENTE 08 ACIDENTES DE TRANSITO FORAM REGISTRADOS NO PRONTO SOCORRO DE MACAPÁ.
06 PESSOAS VITIMAS DE AGRESSÕES.
UMA VITIMA DE TIRO E 10 PESSOAS ENTRARAM ESFAQUEADAS.
ÁREA POLICIAL
PRIMEIRA
SUICÍDIO
Graciliano Raimundo dos Santos Carvalho 36 anos que residia na Aimorés no Beirol, cometeu suicidio este fim de semana possivelmente por depressão.
Graciliano era funcionário da CAESA e mês passado foi internado no Hospital São Camilo por depressão pessoal, ele teve acompanhamento psicológico como de praxe e veio a cometer o suicídio no ultimo domingo, Graciliano foi encontrado enforcado com um fio elétrico por volta de 12h30 no interior de sua residência por familiares. Seu corpo foi sepultado na segunda-feira à tarde.
SEGUNDA
FACADA
Escolas de Macapá estão se transformando em verdadeiros infernos por falta de segurança.
Ontem um aluno da escola Raimunda Virgulino foi esfaqueado dentro de sala de aula.
TERCEIRA
CORRUPÇÃO ATIVA
Foi apresentado por equipe da policia militar comandada pelo sargento Freitas Silva o guarda municipal de nome Walderino Santos Fonseca de 43 anos residente na Adalvaro Cavalcante em Santana.
Ele foi flagrado tentando extorquir dinheiro de um estabelecimento comercial localizado no bairro Murici no distrito de Fazendinha. Segundo a vitima o guarda chegou no comercio pedindo uma certa quantia em dinheiro e se não fosse lhe repassado, uma equipe da guarda municipal chegaria em seguida para fechar o referido estabelecimento. Roberto Fernandes o dono do comercio desconfiou do fato e acionou a policia, uma equipe chegou ao local e prendeu em flagrante Walderino. Geovana dos Santos Sá foi quem presenciou o fato ocorrido e foi chamada para testemunhar contra o guarda, o caso foi parar na justiça.
QUARTA
Reginaldo Maciel de Lima 35 anos residente na Passagem Pará no P. Socorro foi apresentado no CIOSP do Pacoval por uma guarnição da policia militar e está preso naquela delegacia pelo fato de o mesmo está portando 2 telefones celular, um carregador, uma porta cédulas com vários cartões de créditos com os nomes dos titulares raspados. Com ele a policia ainda encontrou 3 balas de revolver calibre 38, uma bala de pistola e dois papelotes de drogas. O fato aconteceu na Hugo Alves Pinto no P. Socorro pelo motivo do elemento ao avistar a viatura da policia tentar empreender fuga. Ele foi alcançado pelos policiais que o prenderam em flagrante, na tentativa da fuga o elemento ainda jogou dentro do canal daquele bairro um objeto que poderia ser uma arma de fogo. Ele esta preso no CIOSP e terá de se acertar com a justiça pelo acontecido.
QUINTA
AGRESSÃO
Maílson Figueiredo Trindade de 19 anos foi apresentado no CIOSP por ter agredido fisicamente um menor de 17 anos de idade. O fato aconteceu ontem a tarde quando o menor saia da escola estadual Alexandre Vaz Tavares e encontrava-se com duas primas em uma panificadora localizada na Acelino de Leão com Odilardo Silva no bairro do Trem. Maílson o agressor ainda estava na companhia de mais 4 elementos que conseguiram fugir com a chegada da policia. O delegado Mascarenhas que recebeu a vitima e o acusado encaminhou o caso para o juiz de plantão esta manhã que vai decidir o caso do agressor.
SEXTA
ACIDENTE DE TRANSITO
Rubens Trajano Aquino de 46 anos foi quem perdeu a vida por atropelamento.
Rubens dirigia uma pick-up saveiro pela BR-210 quando avançou para a contramão vindo a bater de frente com um caminhão. Seu carro que ficou totalmente destruído, o corpo de bombeiro, teve bastante trabalho para retirá-lo do meio dos destroços do veiculo. Rubens foi levado as pressas para o Pronto Socorro e por volta das 15h30 desta segunda-feira veio a falecer naquela casa de saúde.
Com a morte de Rubens tivemos a octogésima vitima de acidente de transito em nosso estado somente este ano. Sendo que 34 em Macapá e 46 nos demais municípios do estado.
27 motoqueiros, 22 estavam de carros, 18 ciclistas e 13 pessoas estavam a pé. As estatísticas do transito foram nos repassadas pelo também repórter policial João Bolero Neto.
SÉTIMA
CRUELDADE SEM PERDÃO
A policia continua atrás de dois bandidos que espancaram uma senhora de 50 anos de idade na última sexta-feira.
Alan de Jesus Nascimento Furtado e a mulher dele Ana Clicia Ferreira de Melo espancaram sem piedade com pauladas Judith Nascimento Furtado de 50 anos residente no P. Socorro.
Dona Judith que é mãe do bandido teve uma das pernas quebrada e um dos olhos quase perfurado pelas agressões.
Judith foi socorrida por vizinhos que acionaram a policia mais os dois conseguiram escapar, qualquer informação sobre o paradeiro de Alan de Jesus Nascimento Furtado mais conhecido por GUGÚ e Ana Clícia Ferreira de Melo ligar para o 190, não precisa se identificar.
O nome desse desgraçado ta mais pra Alan do Satanás do que pra Jesus.
OITAVA
BRIGA DE FLANELINHAS ACABA NA CADEIA
Jonielson Pantoja Rangel
Wagner Ferreira Romani e Anderson Ferreira Romani foram apresentados no CIOSP do Pacoval por estarem se agredindo em via publica em frente ao Banco Itaú no centro de Macapá. Eles trabalham como reparadores de carros mais conhecidos por flanelinhas no centro da cidade e ontem por volta de uma da tarde se desentenderam e a porrada comeu, a policia foi acionada ao local e levou os três parentes pra cadeia. Jonielson, Wagner e Anderson foram autuados em flagrante e mandados para se entenderem na frente da dona justa.
Aliás esses caras enchem o saco nos quatro cantos de Macapá, trabalhar é digno do homem mais esses estão demais. Daqui a pouco se a justiça não tomar providencias eles estarão se matando ou matando donos de veículos que não concordarem em pagar o pedágio cobrado por eles. Quando digo pedágio, é porque se você não der nada, eles marcam o seu veiculo e da próxima vez se você não pagar eles riscam doto o seu carro.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME, OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER NOS AUTOS DA CLIMED, ONDE VOCÊ FICA AINDA MAIS EM FORMA E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS, TRABALHANDO SEMPRE PARA O CRESCIMENTO DO AMAPÁ.
1:47 PM
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Um homem de 42 anos matou a mulher e os filhos menores de idade a golpes de martelo, na madrugada desta terça-feira, na zona sul de São Paulo. O crime aconteceu na casa da família, na favela Santa Terezinha, supostamente após uma discussão. O homem, identificado como Zelito Jesus de Araújo, foi morto pela polícia.
De acordo com a Secretaria da Segurança, depois de matar a família, Araújo ainda danificou cerca de 20 carros que estavam parados na rua Eduardo Magalhães, com o mesmo martelo.
A PM (Polícia Militar) foi acionada, e Araújo teria atacado também um carro da corporação. A polícia afirma que ele foi baleado ao reagir à voz de prisão e que chegou a ser levado para o pronto-socorro de Diadema (Grande São Paulo), mas não resistiu ao ferimento e morreu.
Na casa da família, a polícia encontrou o corpo de Maria do Socorro Barbosa Branco na laje. Os corpos dos filhos, Lucas, 8, e Gênesis, 9, foram encontrados em um beliche e na garagem, respectivamente, de acordo com a secretaria todos foram golpeados na cabeça.
De acordo com a Secretaria da Segurança, depois de matar a família, Araújo ainda danificou cerca de 20 carros que estavam parados na rua Eduardo Magalhães, com o mesmo martelo.
A PM (Polícia Militar) foi acionada, e Araújo teria atacado também um carro da corporação. A polícia afirma que ele foi baleado ao reagir à voz de prisão e que chegou a ser levado para o pronto-socorro de Diadema (Grande São Paulo), mas não resistiu ao ferimento e morreu.
Na casa da família, a polícia encontrou o corpo de Maria do Socorro Barbosa Branco na laje. Os corpos dos filhos, Lucas, 8, e Gênesis, 9, foram encontrados em um beliche e na garagem, respectivamente, de acordo com a secretaria todos foram golpeados na cabeça.
4:10 AM
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OCORRÊNCIAS DO DIA 25 DE SETEMBRO DE 2007.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME NUM OFERECIMENTO DA ACADEMIA PIK TREINER E DO DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS.
NOTICIAS CRUEIS DO MUNDO DO CRIME AGORA TEMBÉM NA INTERNET, CONFIRA TODOS OS DETALHES E DEIXE TAMBÉM SEU COMENTÁRIO OU FAÇA SUA DENUNCIA.
NOTÍCIAS DA ÁREA HOSPITLAR
08 ACIDENTES DE TRANSITO FORAM REGISTRADOS NO PRONTO SOCORRO DE MACAPÁ.
UMA VITIMA DE PAULADA.
ÁREA POLICIAL
PRIMEIRA
COM A MÃO NA BUTIJA
Cleyton Silva Carvalho de 27 anos residente na Dr. Braulino no Zerão, foi apresentado no CIOSP do Pacoval por ter furtado da Tom Importadora um aparelho de DVD, um adorno de porcelana inclusive quebrado e uma mochila, o individuo foi flagrado pela equipe de seguranças da loja e foi levado para a cadeia por uma equipe da policia militar. Cleiton será mandado para o Instituto Penitenciário do Estado por furto.
SEGUNDA
MAIS FURTO NA PARADA
Paulo de Sousa 48 anos residente na Invasão da feira do pescado no P. Socorro, furtou um forno de microondas pertencente a senhora Corina Palheta dos Santos que reside na Mendonça Junior no centro de Macapá, ele foi autoado em flagrante e responderá pelo crime de furto junto a justiça da comarca de Macapá.
TERCEIRA
PEGOU NO PEITO E PODERÁ PARAR NO XILINDRÓ
Na madrugada de sábado por volta de 5h10 da manhã, Jacimara Costa dos Santos de 22 anos residente no Laguinho, foi pegar aquele lanchizinho depois daquela soneca e foi apalpada por velho.
Jacimara estava junto com seu companheiro Julio da Silva lanchando em uma lanchonete que fica as proximidades de sua casa quando sentiu uma mão cheia de dedos pegando em um de seus seios, o seu companheiro que presenciou a sena sapecou uma latinha na lataria de velho que não gostou da agressão e disse que vai pegar Julio na esquina. O fato foi parar na policia e o vulgo velho o TARADO do Laguinho será chamado para prestar depoimento.
QUARTA
Francisca Pereira de Souza que reside em Icoaraci município da região metropolitana de Belém, veio para visitar sua filha de 13 anos que mora com seu pai e sua madrasta no Brasil Novo e encontrou a menor na casa da vizinha ao lado. A menor foi mandada de casa por sua madrasta que não tem nada de bom no coração. A tal madrasta conhecida pela comunicante apenas por Oteria mandou a menor ir embora e disse que ela só entra em sua casa para pegar suas roupas. Chiquinha que não gostou da presepada de Oteria possivelmente levará a menor se assim a justiça liberar já que ela está sob a guarda de seu pai.
QUINTA
TARADÃO DO SANTA INES
Edinilda Palheta da Silva 32 anos residente no Santa Inês comunicou que sua irmã menor de 11 anos vem sofrendo ameaças de um tal de Arlen Vilhena Lobato que reside próximo de sua casa.
No mês de julho deste ano o elemento invadiu sua residência e tentou estuprar a menor quando a mesma gritou por socorro e Arlen consegiu fugir. No dia 13 deste mês o elemento encontrou a menor na rua e disse que só sossega o facho quando conseguir concretizar o fato e no sábado agora dia 22 ele mandou um bilhete para a menor dizendo que a hora está chegando. Edinilda irmã da vitima denunciou o fato na policia e agora quem espera a hora são os homens da lei. A hora de botar as mãos no taradão.
SEXTA
Um senhor que não vou divulgar seu nome para preservar sua identidade, registrou ocorrência no CIOSP do Pacoval contra uma gang que vem aterrorizando moradores da baixada Pará no Pacoval.
No ultimo fim de semana os indivíduos de nomes: ALÉX, RUBINHO, MICHEL, ROSCA E DONI, fizeram um quebra-quebra no local. Eles se depararam com uma gang rival de onde surgiram vários disparos de revolveres. O comunicante ainda informou que o tal ALÉX está com um mandado de prisão mas até agora não foi capturado pela policia.
SÉTIMA
Carma Câmara Almeida residente provisoriamente no Jardim Marco Zero, registrou ocorrência contra a proprietária da Distribuidora Granjiro localizada no centro de Macapá.
Carma foi demitida da empresa no dia 07 de setembro e no dia 14 foi chamada por Rosana a proprietária do estabelecimento para dar uma checada em seu computador da loja. Acontece que ao entrar no carro de Rosana foi levada direto para o CIOSP onde Rosana queria o que os agentes de plantão obrigassem que Carma dissesse onde estava seu computador que fora roubado de sua loja. A comunicante disse a policia que não sabia do que se tratava e foi liberada por falta de provas. Carma resolveu denunciar o caso porque mora em uma casa pertencente a comerciante que inclusive disse para a mesma quando foi demitida que poderia ficar na casa durante 5 meses. Agora Rosana resolveu expulsar Carma da casa inclusive dizendo que se a mesma não sair vai matar todo mundo que estiver na residência. Que coisa hein? Rosana será chamada pela dona justa para dar suas explicações sobre o caso.
OITAVA
GOLPE DO BAÚ
Napoleão Vieira Amorim de 52 anos de idade residente no Infraero II, vem sendo ameaçado de morte por uma tal de Aliete. Napoleão disse que foi morar com Aliete e depois de 15 dias teve seus pertences tomados pela companheira.
Aliete se apropriou de uma maquina de lavar, uma cama com colchão de casal e uma geladeira.
Aliete se juntou com seu pai e familiares e disse que não vai devolver os pertences de Napoleão. Ela ainda ameaçou o mesmo dizendo que se ele não se mandar vai beber seu sangue. Não macho... vai ser braba assim na caixa prega.
NONA
Foi apresentado por volta de 21h40 de domingo no CIOSP do Pacoval O pedreiro Reinaldo Pires Ferreira, de 30 anos, acusado de atentado violento ao pudor contra 3 menores de idade. J.S.S.C de 10 anos, e outros dois irmãos seus de sete anos cada. A denuncia foi feita por um morador que residi às proximidades da casa do acusado na Rua Grécia – bairro Renascer.
Segundo o denunciante, as crianças foram encontradas por ele em via pública chorando. O homem as levou para sua casa e sua esposa deu-lhes banho e alimentos, já que eles disseram ter passado o dia de fome. Depois de ouvir as crianças ele chamou a polícia e denunciou o caso. Segundo consta o indiciado havia saído para beber em um bar enquanto que sua esposa também bebia em outro bar localizado dentro do bairro. Atendendo pelo nome de Márcia a mulher está desaparecida. Na manhã de ontem o caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada na Repressão de Crimes Contra a Criança e o Adolescente. A delegada Carmem Cristina, que assumiu as investigações acionou uma psicóloga para ouvir as crianças. A menina confirmou os abusos cometidos pelo pai e disse que os irmãos também sofriam agressões físicas. Em trecho descrito pela menor o pai fazia os outros meninos dormirem para só depois então cometer os atos violentos contra ela. Ela relatou que o pai bandido a obrigava a pegar em seu pênis, e muitas vezes coloca-lo na boca. O pedreiro já molestava a criança desde seus três anos conforme denuncia. Em depoimento o acusado negou qualquer atitude violenta e disse jamais ter abusado de sua filha. Os indícios levantados depuseram contra Reinaldo que foi autuado em flagrante pelo crime de atentado violento ao pudor e maus tratos. Após a lavratura do documento ele foi submetido aos exames de identificação e encaminhado ao Instituto Penitenciário do Estado onde aguardará julgamento. A mulher do pedófilo que sumiu das vistas da lei será intimada a comparecer na Delegacia de Menores e poderá ainda ser indiciada no crime.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME, OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER NOS AUTOS DA CLIMED, ONDE VOCÊ FICA AINDA MAIS EM FORMA E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS, TRABALHANDO SEMPRE PARA O CRESCIMENTO DO AMAPÁ.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME NUM OFERECIMENTO DA ACADEMIA PIK TREINER E DO DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS.
NOTICIAS CRUEIS DO MUNDO DO CRIME AGORA TEMBÉM NA INTERNET, CONFIRA TODOS OS DETALHES E DEIXE TAMBÉM SEU COMENTÁRIO OU FAÇA SUA DENUNCIA.
NOTÍCIAS DA ÁREA HOSPITLAR
08 ACIDENTES DE TRANSITO FORAM REGISTRADOS NO PRONTO SOCORRO DE MACAPÁ.
UMA VITIMA DE PAULADA.
ÁREA POLICIAL
PRIMEIRA
COM A MÃO NA BUTIJA
Cleyton Silva Carvalho de 27 anos residente na Dr. Braulino no Zerão, foi apresentado no CIOSP do Pacoval por ter furtado da Tom Importadora um aparelho de DVD, um adorno de porcelana inclusive quebrado e uma mochila, o individuo foi flagrado pela equipe de seguranças da loja e foi levado para a cadeia por uma equipe da policia militar. Cleiton será mandado para o Instituto Penitenciário do Estado por furto.
SEGUNDA
MAIS FURTO NA PARADA
Paulo de Sousa 48 anos residente na Invasão da feira do pescado no P. Socorro, furtou um forno de microondas pertencente a senhora Corina Palheta dos Santos que reside na Mendonça Junior no centro de Macapá, ele foi autoado em flagrante e responderá pelo crime de furto junto a justiça da comarca de Macapá.
TERCEIRA
PEGOU NO PEITO E PODERÁ PARAR NO XILINDRÓ
Na madrugada de sábado por volta de 5h10 da manhã, Jacimara Costa dos Santos de 22 anos residente no Laguinho, foi pegar aquele lanchizinho depois daquela soneca e foi apalpada por velho.
Jacimara estava junto com seu companheiro Julio da Silva lanchando em uma lanchonete que fica as proximidades de sua casa quando sentiu uma mão cheia de dedos pegando em um de seus seios, o seu companheiro que presenciou a sena sapecou uma latinha na lataria de velho que não gostou da agressão e disse que vai pegar Julio na esquina. O fato foi parar na policia e o vulgo velho o TARADO do Laguinho será chamado para prestar depoimento.
QUARTA
Francisca Pereira de Souza que reside em Icoaraci município da região metropolitana de Belém, veio para visitar sua filha de 13 anos que mora com seu pai e sua madrasta no Brasil Novo e encontrou a menor na casa da vizinha ao lado. A menor foi mandada de casa por sua madrasta que não tem nada de bom no coração. A tal madrasta conhecida pela comunicante apenas por Oteria mandou a menor ir embora e disse que ela só entra em sua casa para pegar suas roupas. Chiquinha que não gostou da presepada de Oteria possivelmente levará a menor se assim a justiça liberar já que ela está sob a guarda de seu pai.
QUINTA
TARADÃO DO SANTA INES
Edinilda Palheta da Silva 32 anos residente no Santa Inês comunicou que sua irmã menor de 11 anos vem sofrendo ameaças de um tal de Arlen Vilhena Lobato que reside próximo de sua casa.
No mês de julho deste ano o elemento invadiu sua residência e tentou estuprar a menor quando a mesma gritou por socorro e Arlen consegiu fugir. No dia 13 deste mês o elemento encontrou a menor na rua e disse que só sossega o facho quando conseguir concretizar o fato e no sábado agora dia 22 ele mandou um bilhete para a menor dizendo que a hora está chegando. Edinilda irmã da vitima denunciou o fato na policia e agora quem espera a hora são os homens da lei. A hora de botar as mãos no taradão.
SEXTA
Um senhor que não vou divulgar seu nome para preservar sua identidade, registrou ocorrência no CIOSP do Pacoval contra uma gang que vem aterrorizando moradores da baixada Pará no Pacoval.
No ultimo fim de semana os indivíduos de nomes: ALÉX, RUBINHO, MICHEL, ROSCA E DONI, fizeram um quebra-quebra no local. Eles se depararam com uma gang rival de onde surgiram vários disparos de revolveres. O comunicante ainda informou que o tal ALÉX está com um mandado de prisão mas até agora não foi capturado pela policia.
SÉTIMA
Carma Câmara Almeida residente provisoriamente no Jardim Marco Zero, registrou ocorrência contra a proprietária da Distribuidora Granjiro localizada no centro de Macapá.
Carma foi demitida da empresa no dia 07 de setembro e no dia 14 foi chamada por Rosana a proprietária do estabelecimento para dar uma checada em seu computador da loja. Acontece que ao entrar no carro de Rosana foi levada direto para o CIOSP onde Rosana queria o que os agentes de plantão obrigassem que Carma dissesse onde estava seu computador que fora roubado de sua loja. A comunicante disse a policia que não sabia do que se tratava e foi liberada por falta de provas. Carma resolveu denunciar o caso porque mora em uma casa pertencente a comerciante que inclusive disse para a mesma quando foi demitida que poderia ficar na casa durante 5 meses. Agora Rosana resolveu expulsar Carma da casa inclusive dizendo que se a mesma não sair vai matar todo mundo que estiver na residência. Que coisa hein? Rosana será chamada pela dona justa para dar suas explicações sobre o caso.
OITAVA
GOLPE DO BAÚ
Napoleão Vieira Amorim de 52 anos de idade residente no Infraero II, vem sendo ameaçado de morte por uma tal de Aliete. Napoleão disse que foi morar com Aliete e depois de 15 dias teve seus pertences tomados pela companheira.
Aliete se apropriou de uma maquina de lavar, uma cama com colchão de casal e uma geladeira.
Aliete se juntou com seu pai e familiares e disse que não vai devolver os pertences de Napoleão. Ela ainda ameaçou o mesmo dizendo que se ele não se mandar vai beber seu sangue. Não macho... vai ser braba assim na caixa prega.
NONA
Foi apresentado por volta de 21h40 de domingo no CIOSP do Pacoval O pedreiro Reinaldo Pires Ferreira, de 30 anos, acusado de atentado violento ao pudor contra 3 menores de idade. J.S.S.C de 10 anos, e outros dois irmãos seus de sete anos cada. A denuncia foi feita por um morador que residi às proximidades da casa do acusado na Rua Grécia – bairro Renascer.
Segundo o denunciante, as crianças foram encontradas por ele em via pública chorando. O homem as levou para sua casa e sua esposa deu-lhes banho e alimentos, já que eles disseram ter passado o dia de fome. Depois de ouvir as crianças ele chamou a polícia e denunciou o caso. Segundo consta o indiciado havia saído para beber em um bar enquanto que sua esposa também bebia em outro bar localizado dentro do bairro. Atendendo pelo nome de Márcia a mulher está desaparecida. Na manhã de ontem o caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada na Repressão de Crimes Contra a Criança e o Adolescente. A delegada Carmem Cristina, que assumiu as investigações acionou uma psicóloga para ouvir as crianças. A menina confirmou os abusos cometidos pelo pai e disse que os irmãos também sofriam agressões físicas. Em trecho descrito pela menor o pai fazia os outros meninos dormirem para só depois então cometer os atos violentos contra ela. Ela relatou que o pai bandido a obrigava a pegar em seu pênis, e muitas vezes coloca-lo na boca. O pedreiro já molestava a criança desde seus três anos conforme denuncia. Em depoimento o acusado negou qualquer atitude violenta e disse jamais ter abusado de sua filha. Os indícios levantados depuseram contra Reinaldo que foi autuado em flagrante pelo crime de atentado violento ao pudor e maus tratos. Após a lavratura do documento ele foi submetido aos exames de identificação e encaminhado ao Instituto Penitenciário do Estado onde aguardará julgamento. A mulher do pedófilo que sumiu das vistas da lei será intimada a comparecer na Delegacia de Menores e poderá ainda ser indiciada no crime.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME, OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER NOS AUTOS DA CLIMED, ONDE VOCÊ FICA AINDA MAIS EM FORMA E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS, TRABALHANDO SEMPRE PARA O CRESCIMENTO DO AMAPÁ.
4:47 AM
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A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME.
OFERECIMENTO DA ACADEMIA PIK TREINER E DO DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS.
NA ÁREA HOSPITLAR 12 ACIDENTES DE TRANSITO MARCARAM PONTO NAS RUAS DE MACAPÁ ESTA NOITE DE DOMINGO PARA SEGUNDA.
CRUELDADE EM MASSA. 11 PESSOAS DERAM ENTRADA VÍTIMAS DE ARMA BRANCA, UMA PESSOA VITIMA DE ARMA DE FOGO E 15 FORAM ESPANCADOS.
NOTICIAS LOCAIS DA ÁREA POLICIAL
Foram apresentados no CIOSP os indivíduos Adrielson Borges da Silva, 18 anos e Cleberson Luiz Tavares de 19 anos residentes no Jardim Marco Zero.
Eles estão sendo acusados de furtarem da residência do senhor Edílson Lira da Cunha, um aparelho de DVD sony com controle, com os elementos a policia ainda encontrou:
UMA TELEVISOR 14 POLEGADAS
UM APARELHO DE SOM
RELOGIOS DE PULSO
UM VIDEO GAME SUPERNITENDO COM VÁRIO CARTUCHOS
UM MICROFONE E OUTROS OBJETOS.
Adrielson e Cleberson estão presos no CIOSP do Pacoval.
Aparecida Monte Cristo 26 anos residente no Pacoval, comunicou que uma desconhecida que trabalhava como diarista em sua residência, furtou no ultimo dia 19 de setembro, 6 folhas de cheques sendo 4 no valor de 100 reais, em nome de Horcinele Magno Cardoso, já foram descontados dois cheques de no valor de 150 reais, os demais não poderão ser descontados porque já foram suspensos pelo dono dos cheques, a policia já esta atrás da diarista ladra.
Jairzinho Cardoso Barreto de 19 anos residente no bairro do trem, foi preso neste fim de semana pelo fato do mesmo armado de faca ter roubado um aparelho celular pertencente a senhora Tatiana Meneses Pantoja de 29 anos residente no trem. O elemento está guardado no CIOSP do Pacoval.
José Olavo Monteiro Lima de 49 anos residente no Santa Rita, registrou ocorrência contra um elemento conhecido como LELÉ. O fato foi que esse tal de LELÉ, agrediu com o soco José Olavo que foi encaminhado para exame de corpo de delito.
Mais porrada na cara, Fernando Seni Cabral residente no Jesus de Nazaré, foi apresentado no CIOSP do Pacoval por ter agredido com um soco no rosto o policial civil Marivaldo de Lima Guerreiro Souza, caracas, não tinha outra cara pra esse elemento bater hein?. Fernando o agressor continua no xilindró do Pacoval.
A CIDADE DE FRENTE PRO CRIME, OFERECIMENTO ACADEMIA PIK TREINER NOS AUTOS DA CLIMED, ONDE VOCÊ FICA AINDA MAIS EM FORMA E DEPUTADO ESTADUAL DALTO MARTINS, TRABALHANDO SEMPRE PARA O CRESCIMENTO DO AMAPÁ.
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NA ÁREA HOSPITLAR 12 ACIDENTES DE TRANSITO MARCARAM PONTO NAS RUAS DE MACAPÁ ESTA NOITE DE DOMINGO PARA SEGUNDA.
CRUELDADE EM MASSA. 11 PESSOAS DERAM ENTRADA VÍTIMAS DE ARMA BRANCA, UMA PESSOA VITIMA DE ARMA DE FOGO E 15 FORAM ESPANCADOS.
NOTICIAS LOCAIS DA ÁREA POLICIAL
Foram apresentados no CIOSP os indivíduos Adrielson Borges da Silva, 18 anos e Cleberson Luiz Tavares de 19 anos residentes no Jardim Marco Zero.
Eles estão sendo acusados de furtarem da residência do senhor Edílson Lira da Cunha, um aparelho de DVD sony com controle, com os elementos a policia ainda encontrou:
UMA TELEVISOR 14 POLEGADAS
UM APARELHO DE SOM
RELOGIOS DE PULSO
UM VIDEO GAME SUPERNITENDO COM VÁRIO CARTUCHOS
UM MICROFONE E OUTROS OBJETOS.
Adrielson e Cleberson estão presos no CIOSP do Pacoval.
Aparecida Monte Cristo 26 anos residente no Pacoval, comunicou que uma desconhecida que trabalhava como diarista em sua residência, furtou no ultimo dia 19 de setembro, 6 folhas de cheques sendo 4 no valor de 100 reais, em nome de Horcinele Magno Cardoso, já foram descontados dois cheques de no valor de 150 reais, os demais não poderão ser descontados porque já foram suspensos pelo dono dos cheques, a policia já esta atrás da diarista ladra.
Jairzinho Cardoso Barreto de 19 anos residente no bairro do trem, foi preso neste fim de semana pelo fato do mesmo armado de faca ter roubado um aparelho celular pertencente a senhora Tatiana Meneses Pantoja de 29 anos residente no trem. O elemento está guardado no CIOSP do Pacoval.
José Olavo Monteiro Lima de 49 anos residente no Santa Rita, registrou ocorrência contra um elemento conhecido como LELÉ. O fato foi que esse tal de LELÉ, agrediu com o soco José Olavo que foi encaminhado para exame de corpo de delito.
Mais porrada na cara, Fernando Seni Cabral residente no Jesus de Nazaré, foi apresentado no CIOSP do Pacoval por ter agredido com um soco no rosto o policial civil Marivaldo de Lima Guerreiro Souza, caracas, não tinha outra cara pra esse elemento bater hein?. Fernando o agressor continua no xilindró do Pacoval.
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RENAN E SEUS 40...
4:05 AM
DECORO QUEBRADO NÃO SE REMENDA!!!
Alguns dos que absolveram Renan Calheiro podem tê-lo feito de boa fé mas, o que se passou decisivo no Senado brasileiro na última quarta-feira, as portas fechadas, foi um arranjo subalterno cuja real motivação estarrecerá a nação quando for revelada em todos os seus indecorosos detalhes. Uma reportagem da presente edição da revista VEJA começa a levantar o véu que cobriu aquelas tenebrosas transações feitas na casa do povo mas, longe das vistas do povo e contra os interesses do povo.
Renan e seus 40... – somados aos seis outros que hipocritamente se abstiveram na votação que absolveu o “capo” do Senado – não representa os brasileiros que os elegeram. Representam seus interesses pessoais e patrimoniais de tal modo entranhados que, se permitissem a degola do chefe, acabariam eles próprios expostos às leis que punem os cidadãos comuns quando as agridem. Mas, para Renan e seus 40... não existem leis.
Renan Calheiros, lembre-se, foi acusado de ter usado um lobista de uma grande empreiteira para pagar despesas pessoais e de, ao defender-se, recorrer a fraudes para provar suas teses. Depois de examinar o material apresentado pelo senador e submetê-lo a peritos, o Conselho de Ética do Senado concluiu que:
- o senador não provou a existência de recursos que pudessem fazer frente a seus gastos e a seu patrimônio;
- as notas fiscais não correspondiam às operações comerciais relatadas por Renan para provar os bens acumulados;
- sua atividade rural era uma ficção montada para explicar sua evolução patrimonial;
- Renan mentiu sobre sua capacidade de ter pago, com os recursos que dizia possuir, suas obrigações pessoais.
Caso as provas de fraude acima fossem produzidas contra um cidadão comum – contra um brasileiro que trabalha quase cinco meses do ano só para pagar imposto e ainda tem de financiar a educação, a saúde e a segurança da família –, elas já bastariam para capitulá-lo em artigos do Código Penal. Para o senador Renan, essas provas não servem sequer para condená-lo pela quebra de decoro parlamentar. Ou seja, fraudar, mentir, enganar e enriquecer sem poder provar como acumulou patrimônio não configura nem mesmo quebra de decoro para Renan e seus 40...
Felizmente para o pais e para dezenas de milhões de brasileiros ultrajados, a apuração dos desmandos de Renan segue seu curso no Supremo Tribunal Federal (STF), onde mentiras e fraudes são tratadas com o rigor da lei.
CARTA AO LEITOR PUBLICADA NA EDIÇÃO DE VEJA DO DIA 19 DE SETEMBRO.
Por Jota Júnior
Alguns dos que absolveram Renan Calheiro podem tê-lo feito de boa fé mas, o que se passou decisivo no Senado brasileiro na última quarta-feira, as portas fechadas, foi um arranjo subalterno cuja real motivação estarrecerá a nação quando for revelada em todos os seus indecorosos detalhes. Uma reportagem da presente edição da revista VEJA começa a levantar o véu que cobriu aquelas tenebrosas transações feitas na casa do povo mas, longe das vistas do povo e contra os interesses do povo.
Renan e seus 40... – somados aos seis outros que hipocritamente se abstiveram na votação que absolveu o “capo” do Senado – não representa os brasileiros que os elegeram. Representam seus interesses pessoais e patrimoniais de tal modo entranhados que, se permitissem a degola do chefe, acabariam eles próprios expostos às leis que punem os cidadãos comuns quando as agridem. Mas, para Renan e seus 40... não existem leis.
Renan Calheiros, lembre-se, foi acusado de ter usado um lobista de uma grande empreiteira para pagar despesas pessoais e de, ao defender-se, recorrer a fraudes para provar suas teses. Depois de examinar o material apresentado pelo senador e submetê-lo a peritos, o Conselho de Ética do Senado concluiu que:
- o senador não provou a existência de recursos que pudessem fazer frente a seus gastos e a seu patrimônio;
- as notas fiscais não correspondiam às operações comerciais relatadas por Renan para provar os bens acumulados;
- sua atividade rural era uma ficção montada para explicar sua evolução patrimonial;
- Renan mentiu sobre sua capacidade de ter pago, com os recursos que dizia possuir, suas obrigações pessoais.
Caso as provas de fraude acima fossem produzidas contra um cidadão comum – contra um brasileiro que trabalha quase cinco meses do ano só para pagar imposto e ainda tem de financiar a educação, a saúde e a segurança da família –, elas já bastariam para capitulá-lo em artigos do Código Penal. Para o senador Renan, essas provas não servem sequer para condená-lo pela quebra de decoro parlamentar. Ou seja, fraudar, mentir, enganar e enriquecer sem poder provar como acumulou patrimônio não configura nem mesmo quebra de decoro para Renan e seus 40...
Felizmente para o pais e para dezenas de milhões de brasileiros ultrajados, a apuração dos desmandos de Renan segue seu curso no Supremo Tribunal Federal (STF), onde mentiras e fraudes são tratadas com o rigor da lei.
CARTA AO LEITOR PUBLICADA NA EDIÇÃO DE VEJA DO DIA 19 DE SETEMBRO.
Por Jota Júnior
UM POUCO DA HISTÓRIA DA FORTALEZA DE SÃO JOSÉ
9:19 AM
Antecedentes
Para suceder os redutos de 1738 (Reduto de Macapá) e de 1761 (Forte de Macapá), e dar solução definitiva à fortificação da barra norte do rio Amazonas, o Governador e Capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, dirigiu-se à vila de São José de Macapá, onde, a 2 de janeiro de 1764, em companhia do Sargento-mór Engenheiro Henrique Antônio Galluzzi, examinou o terreno e aprovou a planta geral da nova fortaleza (SOUZA, 1885:63; GARRIDO, 1940:26-27). Meses mais tarde, a 29 de junho nesse mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental da fortaleza, no ângulo do baluarte sob a invocação de São Pedro, na presença do governador, do Coronel Nuno da Cunha Ataíde Varona, comandante da Praça, do Sargento-mór Galluzzi, do Senado da Câmara e das demais autoridades civis e religiosas da vila (BARRETTO, 1958:56).
A construção
A sua construção empregou, além de oficiais e soldados, canteiros, artífices e operários negros e indígenas. Eram pagos 140 réis diários aos negros contra apenas quarenta réis para os índios (BARRETTO, 1958:57). Os trabalhos distribuíram-se entre as pedreiras da cachoeira das Pedrinhas, no rio Pedreiras, a cerca de 32 quilômetros de distância de Macapá (extração e cantariação), os fornos de cal, as olarias (tijolos e telhas), a logística (transporte fluvial e terrestre), além do próprio canteiro de obras em Macapá. O Sargento-mór Galluzzi veio a falecer de malária durante as obras, a 27 de outubro de 1769, tendo assumido a direção dos trabalhos o Capitão Henrique Wilckens, até à chegada do Sargento-mor Engenheiro Gaspar João Geraldo de Gronfeld (GARRIDO, 1940:27). Comandava a praça, à época, o Mestre de Campo do 1º Terço de Infantaria Auxiliar de Belém, Marcos José Monteiro de Carvalho (BARRETTO, 1958:57).
No primeiro semestre de 1771 estavam concluídos os trabalhos internos, demorando-se os acabamentos exteriores até depois de 1773 (GARRIDO, 1940:27). Deste período (dezembro de 1772), existe planta dada pelo Governador e Capitão General do Grão Pará, João Pereira Caldas, ao Ministro Martinho de Mello e Castro (Planta da Fortaleza de S. José de Macapá, c. 1772. Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa) (IRIA, 1966:42). O falecimento do rei D. José (1750-1777), e a exoneração do Marquês de Pombal por D. Maria I (1777-1816), trouxeram como reflexo sérias restrições orçamentárias, fazendo com que a inauguração da fortaleza só viesse a ocorrer, com as obras complementares ainda pendentes de realização, a 19 de março de 1782, dia do seu padroeiro, São José. Estima-se que foram consumidos nas obras, três milhões de cruzados (SOUZA, 1885:63; GARRIDO, 1940:27; quatro milhões cf. BARRETTO, 1958:56).
Da Colônia ao Império
BARRETTO (1958) afirma que a praça teria sido artilhada com dezessete peças (op. cit., p. 56). BAENA atribui-lhe oitenta e seis peças dos calibres 36 a 2 (BAENA, 1839. apud SOUZA, 1885:63), enquanto que o Mapa anexo ao ‘’Relatório do Ministério da Guerra’’ de 1847, citado pelo mesmo autor, dá-lhe sessenta e duas. A informação mais completa sobre esta estrutura, no período, é a do Ministro da Guerra, Conselheiro J. M. de Oliveira Figueiredo, abaixo transcrita:
"Esta praça é um quadrado de fortificação rasante, edificada sobre terreno elevado de 20 pés acima do desnivelamento das águas e composto de terra vermelha e argila branca, mistura que os naturais chamam 'curí', sendo sua propriedade o amolecer dentro d'água e enrijar ao calor do sol. Nos ângulos do quadrado estão 4 baluartes de figura pentagonal, tendo cada um 14 canhoneiras lançantes. A artilharia, que as guarnece, nada deve aos melhoramentos que tem sofrido a construção dessa arma; está montada em reparos à Onofre, mas estes tão altos que, para dirigir as pontarias, se precisariam de artilheiros de mais que regular estatura. Os reparos trabalham sobre o terrapleno, por isso que nenhum tem plataforma. As grossas muralhas da praça são de cantaria escura habilmente trabalhada: no centro de cada uma das cortinas do norte, leste e sul, há uma poterna sólida e ajudada por um xadrez interno; e no centro da cortina de oeste está o grande portão solidamente construído e ornado.
O recinto da praça é um quadrado perfeito, onde se acham oito edifícios apropriados para os diferentes misteres de uma praça de guerra, paiol de pólvora, hospital, capela, praça d'armas, armazéns, etc., sendo de construção à prova de bomba. No centro da praça há uma cisterna abobadada para esgoto das águas, e encostada à rampa transversal, que dá serventia para o baluarte da Conceição, existia a que supria a praça d'água potável, mas que está agora entupida, pena a que a condenou um comandante por ter ali caído um soldado, que esteve em risco de vida. Salutar providência!... Por baixo do terrapleno ficam as casernas com sólidas abóbadas para quartel da tropa, cozinha, prisões, etc. A praça é circundada de um fosso pelos lados do sul e oeste; e das obras externas apenas tem o revelim da parte de oeste, arruinado e cheio de crescido mato, circundado também de um fosso. Não existe a ponte levadiça que deveria servir de comunicar o revelim com a porta principal da praça, nem a do revelim para a esplanada; em seu lugar há uma pequena ponte sobre colunas de tijolo, dando apoio a uma escada, que do fosso dá serventia para a fortaleza.
Segundo a opinião dos entendedores, no plano desta fortificação se patenteiam todos os preceitos da ciência; é mui solidamente construída, e é para lastimar que se lhe não tenham ainda acabado as obras exteriores, e que tivesse estado completamente abandonada, a ponto de que até uma delas serviu de curral ao gado dos mercadores da vila." (Relatório ao Governo Imperial, 1854. apud SOUZA, 1885:63-64)
Desde a sua inauguração em 1782, a fortificação cumpriu a sua finalidade dissuasiva, jamais tendo necessidade de entrar em combate. O Aviso de 14 de fevereiro de 1857 classificou-a como de primeira ordem (SOUZA, 1885:64). Um dos problemas mais sérios que a afetavam as suas guarnições era a ocorrência endêmica de malária na região (SOUZA, 1885:63). Com a consolidação da Revolução Industrial e os progressos na navegação e na artilharia na segunda metade do século XIX, as antigas fortificações coloniais perdem a função defensiva. GARRIDO (1940) informa que, em 1885 o Governo Imperial designou uma Comissão para estudar os melhoramentos mais urgentes de que a fortaleza carecia, aparentemente sem resultado (op. cit., p. 28).
O período republicano
A Proclamação da República (1889), e as suas sucessivas crises no início do século XX, mantiveram a Fortaleza de Macapá em relativo abandono, acarretando o desaparecimento de diversos elementos construtivos quer por deterioração quer por furto simples.
À época da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi classificada como fortificação de 3ª classe (1915), tendo as suas ruínas sido visitadas posteriormente, em 1926, pelo presidente eleito Washington Luís (GARRIDO, 1940:28). Ainda no início do século a Marinha do Brasil, através do Serviço de Sinalização Náutica (SSN), instalou uma torre de aço com um farolete sobre o Baluarte Nossa Senhora da Conceição, para sinalização da navegação do canal da barra Norte do rio Amazonas.
A criação do território e as primeiras restaurações
O Território Federal do Amapá foi criado por Decreto-Lei em 1943, entre outras razões, atendendo a considerações estratégicas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com o fim do conflito foram priorizados os aspectos de desenvolvimento econômico e de infra-estrutura da região.
Para a antiga fortaleza, esse desenvolvimento chegou a partir de 1946, quando nela foi instalado o Comando da Guarda Territorial, responsável pelo policiamento público. Para esse fim, foram iniciadas obras de recuperação do imóvel, compreendendo inicialmente a capina interna e externa, a retirada dos arbustos nascidos entre as pedras das muralhas e o corte das árvores que se desenvolveram nos terraplenos, e que acarretaram sérios danos estruturais. Em paralelo procedeu-se a reconstrução dos telhados da Casa do Órgão e de mais quatro prédios, assim como a confecção das respectivas portas, janelas e portões em madeira. Foram reutilizadas, para esse fim, ferragens originais como dobradiças, ferrolhos e cravos, recuperados dos escombros. Substituíram-se tijoleiras degradadas dos pisos, muretas e rampas de acesso, bem como foram desobstruídos os canais de drenagem de águas pluviais. Confeccionaram-se carretas de madeira como reparos para os antigos canhões remanescentes.
Esse trabalho emergencial, embora sem o acompanhamento técnico competente em restauração, à época buscou a melhor aproximação com a realidade original, tendo o mérito de revitalizar e chamar a atenção para o monumento. Reconhecendo a sua importância histórica e arquitetônica, o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) procedeu-lhe o tombamento em 22 de março de 1950. Uma comissão, nomeada pelo Governo do Território em 8 de julho de 1950, procedeu ao levantamento e Tombamento de todos os bens da Fortaleza, que então conservava cinqüenta e quatro canhões ante carga de ferro, de alma lisa, de diversos calibres.
Enquanto o governo construía a Colônia Penal do Beirol, nos arredores de Macapá, o espaço da fortaleza serviu provisoriamente como hospedagem a famílias de imigrantes, e de Cadeia Pública aos presos da Justiça sob vigilância da Guarda Territorial. Posteriormente as suas dependências abrigariam a Imprensa Oficial, o pelotão do 26º Tiro de Guerra, a União dos Negros do Amapá e o Museu Territorial, sendo o espaço da fortaleza utilizado pelo Governo do Território como centro sócio-cultural e de lazer, especialmente nas celebrações de datas cívicas, assinaladas por salvas de tiro dos antigos canhões, desfiles cívicos e festas dançantes da comunidade.
Com o Golpe Militar de 1964, o governo do Território manteve apenas o comando da Guarda nas instalações da fortaleza, transferindo os demais organismos para outros edifícios do governo. Na ocasião foi utilizada pelo regime militar como presídio político, e permitiu-se a instalação Clube Social do Círculo Militar na área de entorno imediato Leste da fortaleza - sobre onde originalmente teriam existido duas baterias baixas. A partir de 1975, a Guarda Territorial foi transformada em Polícia Militar, sendo instalada em prédio próprio. Permaneceram na fortaleza apenas o Pelotão da Banda de Música da Corporação que, além dos seus ensaios, mantinha o serviço de guarnição.
Em 1979, a Delegacia do Serviço do Patrimônio da União (DSPU), cedeu o imóvel da fortaleza ao Governo do Território Federal do Amapá, através de um Termo de Entrega para fins de preservação. Nessa ocasião foram realizados alguns serviços emergenciais no monumento, mas sem o devido acompanhamento técnico em restauração. Pela cessão, o Termo de Entrega deveria ter sido ratificado em dois anos, o que não ocorreu. Ainda assim, o Governo do Território continuou executando os serviços visando a preservação e a conservação daquele patrimônio histórico, contratando para esse fim os arquitetos Pedro e Dora Alcântara (DPJ Arquitetos Associados) para a elaboração do projeto de restauração da Fortaleza de São José de Macapá. Esses profissionais procederam à etapa preliminar de pesquisa iconográfica e documental. Neste período ocorreu ainda a retirada, pelo Governo Federal, sob orientação do IPHAN, da torre com o sinalizador náutico do Baluarte de Nossa Senhora da Conceição.
Na década de 1980, a Secretaria de Educação e Cultura do Território Federal do Amapá, criou o Departamento de Ação Complementar (DAC), ao qual a Fortaleza de São José de Macapá foi vinculada através da Seção de Patrimônio e Arquivo Histórico. Posteriormente, o DAC foi transformado em Departamento de Cultura (DC), que fez instalar no espaço interno do monumento, a Divisão Fortaleza de São José de Macapá, contemplando a Seção de Preservação e Conservação. Em 1989, o Governo do Território voltou a contratar a empresa DPJ Arquitetos Associados, para a elaboração do Projeto de Restauração e Revitalização da Fortaleza, com base na pesquisa inicial realizada por Pedro e Dora Alcântara. No ano seguinte foi entregue o projeto da área interna, e em 1991, o projeto da área externa, trabalhos que contaram com o apoio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (SOSP, depois Secretaria de Infra-Estrutura - SEINF), assim como nas etapas finais, o projeto de urbanização e prospecção arqueológica externa.
Da Constituição de 1988 aos nossos dias
A Constituição de 1988 transformou o Território Federal do Amapá em Estado do Amapá. Nas modificações orgânicas que tiveram lugar, o Departamento de Cultura da Secretaria de Educação foi extinto, para ser criada e instalada a Fundação de Cultura do Estado do Amapá (FUNDECAP), que manteve no seu organograma a Divisão Fortaleza de São José de Macapá.
Em 1995-1996 o Governo do Estado acionou a FUNDECAP, juntamente com a SEINF, para retomarem o Projeto de Restauração da Fortaleza de São José de Macapá, identificado dentro do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, dedicando à busca de parcerias com instituições nacionais, a exemplo do Ministério da Cultura, num reconhecimento do potencial turístico histórico-cultural que o monumento possui.
Finalmente, em 1999 a fortaleza encontrava-se em processo de restauração, através de convênio firmado entre o Governo do Estado, através da FUNDECAP, a SEINF e o Governo Federal, através do IPHAN.
Com esta fase dos trabalhos restauração concluída, com ênfase no resgate de suas linhas originais, a fortaleza ficou pronta para voltar a receber visitantes. A revitalização transformou-a num espaço de cultura e lazer, administrado por uma fundação, o Museu Fortaleza de São José de Macapá, concebida para gerenciar e planejar a sua ocupação.
Características
O conjunto arquitetônico da fortaleza ocupa 84.000 m², em estilo Vauban dito de 8ª classe (BARRETTO, 1958:56; ALCÂNTARA, 1979). Apresenta planta no formato de um polígono quadrangular regular, com baluartes pentagonais nos vértices, sob a invocação respectivamente de Nossa Senhora da Conceição, São José, São Pedro e Madre de Deus, muralhas com oito metros de altura em alvenaria de pedra e cal, arrematadas por cantaria nos ângulos salientes, e um fosso seco pelo lado de Sudoeste. Pelo lado Oeste, em frente ao portão principal, ergue-se um revelim para proteção do seu acesso pelo exterior, originalmente projetado compreendendo duas pontes sobre um fosso. O portão principal acessa a chamada ‘’Casa do Órgão’’, bloco originalmente afeto ao ‘’Corpo da Guarda’’, edifício que se destaca por uma fachada em estilo clássico. No terrapleno, em redor da praça de armas, dispõem-se oito edifícios dispostos aos pares: ‘’Quartel da Tropa’’, Hospital, ‘’Casa do Capelão’’, Capela, ‘’Casa do Comandante e Paiol da Pólvora’’, ‘’Casa da Palamenta’’ e ‘’Casa da Farinha’’. Ao abrigo do terrapleno, duas cadeias casamatadas com doze celas cada uma. Ao centro da praça, um escoadouro de águas pluviais.
Externamente, atualmente restam os vestígios de um fosso seco nas faces Sul e Oeste, que originalmente seria inundado em todo o perímetro da fortaleza, inclusive o revelim frente ao portão principal. A explanada exterior ligava-se ao revelim por uma passarela de madeira e este ao portão principal, através de uma ponte levadiça, acessórios estes atualmente desaparecidos. Na face Norte, além de um fosso seco, o projeto original previa um segundo revelim, cercado por sua vez por um fosso inundado, elementos também desaparecidos. Pela face Leste, além do fosso seco, estavam projetadas duas baterias baixas, também desaparecidas.
Bibliografia
ACUÑA, Cristóvão d'. Novo descobrimento do grande rio das Amazonas., 1641. RIHGB. Rio de Janeiro: Tomo XXVIII, Vol. XXX, Parte I, 2º Trim/1865. p. 163-265.
ADONIAS, Isa. A Cartografia da Região Amazónica (2 vol.). Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazónia, 1963.
ADONIAS, Isa. Alguns Mapas Antigos e Planos de Fortes relativos à Região Amazónica existentes em Arquivos do Brasil. Actas do Congresso Internacional de História dos Descobrimentos, Vol. II, Lisboa, 1961, p. 1-50.
ALCÂNTARA, Dora Monteiro e Silva. Fortaleza de São José do Macapá. Rio de Janeiro: H. J. Cole, 1979. 24 p. il.
BARRETO, Aníbal (Cel.). Fortificações no Brasil (Resumo Histórico). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1958. 368 p.
FIGUEIREDO, Marta Maria. Fortaleza de São José de Macapá, 1782, Histórico. Macapá: Governo do Território Federal do Amapá, Coordenadoria de Indústria e Comércio, Departamento de Turismo, s.d.
FONTANA, Ricardo. As obras dos engenheiros militares Galluzzi e Sambuceti e do arquiteto Landi no Brasil colonial do séc. XVIII. Brasília: Senado Federal, 2005. 102 p. il. fotos.
LOBO, Luiz. História Militar do Pará. Rio de Janeiro: Biblioteca Militar, 1943.
GARRIDO, Carlos Miguez. Fortificações do Brasil. Separata do Vol. III dos Subsídios para a História Marítima do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.
IRIA, Alberto. IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros - Inventário geral da Cartografia Brasileira existente no Arquivo Histórico Ultramarino (Elementos para a publicação da Brasilae Monumenta Cartographica). Separata da Studia. Lisboa: nº 17, abr/1966. 116 p.
REIS, Arthur Cézar Ferreira. Território do Amapá - Perfil Histórico. Rio de Janeiro: Departamento de Imprensa Nacional, 1949. 184 p. il.
SOUZA, Augusto Fausto de. Fortificações no Brazil. RIHGB. Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.
s.a. Histórico da Fortaleza de São José de Macapá. Macapá: Imprensa Oficial, 1954.
VIANNA, Arthur. As Fortificações da Amazônia. Separata dos Annaes da Biblioteca e Archivo Público do Pará (tomos IV e V). s.l.: s.e., s.d.
Para suceder os redutos de 1738 (Reduto de Macapá) e de 1761 (Forte de Macapá), e dar solução definitiva à fortificação da barra norte do rio Amazonas, o Governador e Capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Fernando da Costa de Ataíde Teive, dirigiu-se à vila de São José de Macapá, onde, a 2 de janeiro de 1764, em companhia do Sargento-mór Engenheiro Henrique Antônio Galluzzi, examinou o terreno e aprovou a planta geral da nova fortaleza (SOUZA, 1885:63; GARRIDO, 1940:26-27). Meses mais tarde, a 29 de junho nesse mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental da fortaleza, no ângulo do baluarte sob a invocação de São Pedro, na presença do governador, do Coronel Nuno da Cunha Ataíde Varona, comandante da Praça, do Sargento-mór Galluzzi, do Senado da Câmara e das demais autoridades civis e religiosas da vila (BARRETTO, 1958:56).
A construção
A sua construção empregou, além de oficiais e soldados, canteiros, artífices e operários negros e indígenas. Eram pagos 140 réis diários aos negros contra apenas quarenta réis para os índios (BARRETTO, 1958:57). Os trabalhos distribuíram-se entre as pedreiras da cachoeira das Pedrinhas, no rio Pedreiras, a cerca de 32 quilômetros de distância de Macapá (extração e cantariação), os fornos de cal, as olarias (tijolos e telhas), a logística (transporte fluvial e terrestre), além do próprio canteiro de obras em Macapá. O Sargento-mór Galluzzi veio a falecer de malária durante as obras, a 27 de outubro de 1769, tendo assumido a direção dos trabalhos o Capitão Henrique Wilckens, até à chegada do Sargento-mor Engenheiro Gaspar João Geraldo de Gronfeld (GARRIDO, 1940:27). Comandava a praça, à época, o Mestre de Campo do 1º Terço de Infantaria Auxiliar de Belém, Marcos José Monteiro de Carvalho (BARRETTO, 1958:57).
No primeiro semestre de 1771 estavam concluídos os trabalhos internos, demorando-se os acabamentos exteriores até depois de 1773 (GARRIDO, 1940:27). Deste período (dezembro de 1772), existe planta dada pelo Governador e Capitão General do Grão Pará, João Pereira Caldas, ao Ministro Martinho de Mello e Castro (Planta da Fortaleza de S. José de Macapá, c. 1772. Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa) (IRIA, 1966:42). O falecimento do rei D. José (1750-1777), e a exoneração do Marquês de Pombal por D. Maria I (1777-1816), trouxeram como reflexo sérias restrições orçamentárias, fazendo com que a inauguração da fortaleza só viesse a ocorrer, com as obras complementares ainda pendentes de realização, a 19 de março de 1782, dia do seu padroeiro, São José. Estima-se que foram consumidos nas obras, três milhões de cruzados (SOUZA, 1885:63; GARRIDO, 1940:27; quatro milhões cf. BARRETTO, 1958:56).
Da Colônia ao Império
BARRETTO (1958) afirma que a praça teria sido artilhada com dezessete peças (op. cit., p. 56). BAENA atribui-lhe oitenta e seis peças dos calibres 36 a 2 (BAENA, 1839. apud SOUZA, 1885:63), enquanto que o Mapa anexo ao ‘’Relatório do Ministério da Guerra’’ de 1847, citado pelo mesmo autor, dá-lhe sessenta e duas. A informação mais completa sobre esta estrutura, no período, é a do Ministro da Guerra, Conselheiro J. M. de Oliveira Figueiredo, abaixo transcrita:
"Esta praça é um quadrado de fortificação rasante, edificada sobre terreno elevado de 20 pés acima do desnivelamento das águas e composto de terra vermelha e argila branca, mistura que os naturais chamam 'curí', sendo sua propriedade o amolecer dentro d'água e enrijar ao calor do sol. Nos ângulos do quadrado estão 4 baluartes de figura pentagonal, tendo cada um 14 canhoneiras lançantes. A artilharia, que as guarnece, nada deve aos melhoramentos que tem sofrido a construção dessa arma; está montada em reparos à Onofre, mas estes tão altos que, para dirigir as pontarias, se precisariam de artilheiros de mais que regular estatura. Os reparos trabalham sobre o terrapleno, por isso que nenhum tem plataforma. As grossas muralhas da praça são de cantaria escura habilmente trabalhada: no centro de cada uma das cortinas do norte, leste e sul, há uma poterna sólida e ajudada por um xadrez interno; e no centro da cortina de oeste está o grande portão solidamente construído e ornado.
O recinto da praça é um quadrado perfeito, onde se acham oito edifícios apropriados para os diferentes misteres de uma praça de guerra, paiol de pólvora, hospital, capela, praça d'armas, armazéns, etc., sendo de construção à prova de bomba. No centro da praça há uma cisterna abobadada para esgoto das águas, e encostada à rampa transversal, que dá serventia para o baluarte da Conceição, existia a que supria a praça d'água potável, mas que está agora entupida, pena a que a condenou um comandante por ter ali caído um soldado, que esteve em risco de vida. Salutar providência!... Por baixo do terrapleno ficam as casernas com sólidas abóbadas para quartel da tropa, cozinha, prisões, etc. A praça é circundada de um fosso pelos lados do sul e oeste; e das obras externas apenas tem o revelim da parte de oeste, arruinado e cheio de crescido mato, circundado também de um fosso. Não existe a ponte levadiça que deveria servir de comunicar o revelim com a porta principal da praça, nem a do revelim para a esplanada; em seu lugar há uma pequena ponte sobre colunas de tijolo, dando apoio a uma escada, que do fosso dá serventia para a fortaleza.
Segundo a opinião dos entendedores, no plano desta fortificação se patenteiam todos os preceitos da ciência; é mui solidamente construída, e é para lastimar que se lhe não tenham ainda acabado as obras exteriores, e que tivesse estado completamente abandonada, a ponto de que até uma delas serviu de curral ao gado dos mercadores da vila." (Relatório ao Governo Imperial, 1854. apud SOUZA, 1885:63-64)
Desde a sua inauguração em 1782, a fortificação cumpriu a sua finalidade dissuasiva, jamais tendo necessidade de entrar em combate. O Aviso de 14 de fevereiro de 1857 classificou-a como de primeira ordem (SOUZA, 1885:64). Um dos problemas mais sérios que a afetavam as suas guarnições era a ocorrência endêmica de malária na região (SOUZA, 1885:63). Com a consolidação da Revolução Industrial e os progressos na navegação e na artilharia na segunda metade do século XIX, as antigas fortificações coloniais perdem a função defensiva. GARRIDO (1940) informa que, em 1885 o Governo Imperial designou uma Comissão para estudar os melhoramentos mais urgentes de que a fortaleza carecia, aparentemente sem resultado (op. cit., p. 28).
O período republicano
A Proclamação da República (1889), e as suas sucessivas crises no início do século XX, mantiveram a Fortaleza de Macapá em relativo abandono, acarretando o desaparecimento de diversos elementos construtivos quer por deterioração quer por furto simples.
À época da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi classificada como fortificação de 3ª classe (1915), tendo as suas ruínas sido visitadas posteriormente, em 1926, pelo presidente eleito Washington Luís (GARRIDO, 1940:28). Ainda no início do século a Marinha do Brasil, através do Serviço de Sinalização Náutica (SSN), instalou uma torre de aço com um farolete sobre o Baluarte Nossa Senhora da Conceição, para sinalização da navegação do canal da barra Norte do rio Amazonas.
A criação do território e as primeiras restaurações
O Território Federal do Amapá foi criado por Decreto-Lei em 1943, entre outras razões, atendendo a considerações estratégicas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com o fim do conflito foram priorizados os aspectos de desenvolvimento econômico e de infra-estrutura da região.
Para a antiga fortaleza, esse desenvolvimento chegou a partir de 1946, quando nela foi instalado o Comando da Guarda Territorial, responsável pelo policiamento público. Para esse fim, foram iniciadas obras de recuperação do imóvel, compreendendo inicialmente a capina interna e externa, a retirada dos arbustos nascidos entre as pedras das muralhas e o corte das árvores que se desenvolveram nos terraplenos, e que acarretaram sérios danos estruturais. Em paralelo procedeu-se a reconstrução dos telhados da Casa do Órgão e de mais quatro prédios, assim como a confecção das respectivas portas, janelas e portões em madeira. Foram reutilizadas, para esse fim, ferragens originais como dobradiças, ferrolhos e cravos, recuperados dos escombros. Substituíram-se tijoleiras degradadas dos pisos, muretas e rampas de acesso, bem como foram desobstruídos os canais de drenagem de águas pluviais. Confeccionaram-se carretas de madeira como reparos para os antigos canhões remanescentes.
Esse trabalho emergencial, embora sem o acompanhamento técnico competente em restauração, à época buscou a melhor aproximação com a realidade original, tendo o mérito de revitalizar e chamar a atenção para o monumento. Reconhecendo a sua importância histórica e arquitetônica, o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) procedeu-lhe o tombamento em 22 de março de 1950. Uma comissão, nomeada pelo Governo do Território em 8 de julho de 1950, procedeu ao levantamento e Tombamento de todos os bens da Fortaleza, que então conservava cinqüenta e quatro canhões ante carga de ferro, de alma lisa, de diversos calibres.
Enquanto o governo construía a Colônia Penal do Beirol, nos arredores de Macapá, o espaço da fortaleza serviu provisoriamente como hospedagem a famílias de imigrantes, e de Cadeia Pública aos presos da Justiça sob vigilância da Guarda Territorial. Posteriormente as suas dependências abrigariam a Imprensa Oficial, o pelotão do 26º Tiro de Guerra, a União dos Negros do Amapá e o Museu Territorial, sendo o espaço da fortaleza utilizado pelo Governo do Território como centro sócio-cultural e de lazer, especialmente nas celebrações de datas cívicas, assinaladas por salvas de tiro dos antigos canhões, desfiles cívicos e festas dançantes da comunidade.
Com o Golpe Militar de 1964, o governo do Território manteve apenas o comando da Guarda nas instalações da fortaleza, transferindo os demais organismos para outros edifícios do governo. Na ocasião foi utilizada pelo regime militar como presídio político, e permitiu-se a instalação Clube Social do Círculo Militar na área de entorno imediato Leste da fortaleza - sobre onde originalmente teriam existido duas baterias baixas. A partir de 1975, a Guarda Territorial foi transformada em Polícia Militar, sendo instalada em prédio próprio. Permaneceram na fortaleza apenas o Pelotão da Banda de Música da Corporação que, além dos seus ensaios, mantinha o serviço de guarnição.
Em 1979, a Delegacia do Serviço do Patrimônio da União (DSPU), cedeu o imóvel da fortaleza ao Governo do Território Federal do Amapá, através de um Termo de Entrega para fins de preservação. Nessa ocasião foram realizados alguns serviços emergenciais no monumento, mas sem o devido acompanhamento técnico em restauração. Pela cessão, o Termo de Entrega deveria ter sido ratificado em dois anos, o que não ocorreu. Ainda assim, o Governo do Território continuou executando os serviços visando a preservação e a conservação daquele patrimônio histórico, contratando para esse fim os arquitetos Pedro e Dora Alcântara (DPJ Arquitetos Associados) para a elaboração do projeto de restauração da Fortaleza de São José de Macapá. Esses profissionais procederam à etapa preliminar de pesquisa iconográfica e documental. Neste período ocorreu ainda a retirada, pelo Governo Federal, sob orientação do IPHAN, da torre com o sinalizador náutico do Baluarte de Nossa Senhora da Conceição.
Na década de 1980, a Secretaria de Educação e Cultura do Território Federal do Amapá, criou o Departamento de Ação Complementar (DAC), ao qual a Fortaleza de São José de Macapá foi vinculada através da Seção de Patrimônio e Arquivo Histórico. Posteriormente, o DAC foi transformado em Departamento de Cultura (DC), que fez instalar no espaço interno do monumento, a Divisão Fortaleza de São José de Macapá, contemplando a Seção de Preservação e Conservação. Em 1989, o Governo do Território voltou a contratar a empresa DPJ Arquitetos Associados, para a elaboração do Projeto de Restauração e Revitalização da Fortaleza, com base na pesquisa inicial realizada por Pedro e Dora Alcântara. No ano seguinte foi entregue o projeto da área interna, e em 1991, o projeto da área externa, trabalhos que contaram com o apoio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (SOSP, depois Secretaria de Infra-Estrutura - SEINF), assim como nas etapas finais, o projeto de urbanização e prospecção arqueológica externa.
Da Constituição de 1988 aos nossos dias
A Constituição de 1988 transformou o Território Federal do Amapá em Estado do Amapá. Nas modificações orgânicas que tiveram lugar, o Departamento de Cultura da Secretaria de Educação foi extinto, para ser criada e instalada a Fundação de Cultura do Estado do Amapá (FUNDECAP), que manteve no seu organograma a Divisão Fortaleza de São José de Macapá.
Em 1995-1996 o Governo do Estado acionou a FUNDECAP, juntamente com a SEINF, para retomarem o Projeto de Restauração da Fortaleza de São José de Macapá, identificado dentro do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, dedicando à busca de parcerias com instituições nacionais, a exemplo do Ministério da Cultura, num reconhecimento do potencial turístico histórico-cultural que o monumento possui.
Finalmente, em 1999 a fortaleza encontrava-se em processo de restauração, através de convênio firmado entre o Governo do Estado, através da FUNDECAP, a SEINF e o Governo Federal, através do IPHAN.
Com esta fase dos trabalhos restauração concluída, com ênfase no resgate de suas linhas originais, a fortaleza ficou pronta para voltar a receber visitantes. A revitalização transformou-a num espaço de cultura e lazer, administrado por uma fundação, o Museu Fortaleza de São José de Macapá, concebida para gerenciar e planejar a sua ocupação.
Características
O conjunto arquitetônico da fortaleza ocupa 84.000 m², em estilo Vauban dito de 8ª classe (BARRETTO, 1958:56; ALCÂNTARA, 1979). Apresenta planta no formato de um polígono quadrangular regular, com baluartes pentagonais nos vértices, sob a invocação respectivamente de Nossa Senhora da Conceição, São José, São Pedro e Madre de Deus, muralhas com oito metros de altura em alvenaria de pedra e cal, arrematadas por cantaria nos ângulos salientes, e um fosso seco pelo lado de Sudoeste. Pelo lado Oeste, em frente ao portão principal, ergue-se um revelim para proteção do seu acesso pelo exterior, originalmente projetado compreendendo duas pontes sobre um fosso. O portão principal acessa a chamada ‘’Casa do Órgão’’, bloco originalmente afeto ao ‘’Corpo da Guarda’’, edifício que se destaca por uma fachada em estilo clássico. No terrapleno, em redor da praça de armas, dispõem-se oito edifícios dispostos aos pares: ‘’Quartel da Tropa’’, Hospital, ‘’Casa do Capelão’’, Capela, ‘’Casa do Comandante e Paiol da Pólvora’’, ‘’Casa da Palamenta’’ e ‘’Casa da Farinha’’. Ao abrigo do terrapleno, duas cadeias casamatadas com doze celas cada uma. Ao centro da praça, um escoadouro de águas pluviais.
Externamente, atualmente restam os vestígios de um fosso seco nas faces Sul e Oeste, que originalmente seria inundado em todo o perímetro da fortaleza, inclusive o revelim frente ao portão principal. A explanada exterior ligava-se ao revelim por uma passarela de madeira e este ao portão principal, através de uma ponte levadiça, acessórios estes atualmente desaparecidos. Na face Norte, além de um fosso seco, o projeto original previa um segundo revelim, cercado por sua vez por um fosso inundado, elementos também desaparecidos. Pela face Leste, além do fosso seco, estavam projetadas duas baterias baixas, também desaparecidas.
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